RadioActiva: 10 years old nostalgic best-of

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Um espaço de intenso bom gosto.
Criatividade. Imaginação. Sarcasmo. Actualidade. Crítica aguda e implacável.
É o melhor programa de rádio do Alentejo.
Na última série pouco mais de dois meses durou.
Foi suspenso. No comments.

 

(Paulo Barriga - Diário do Alentejo nº 808 - 17 Outubro 1997)

 

[PT] Antes de mais, um gigantesco agradecimento ao João por ter recompilado os melhores momentos do “nosso” programa de rádio semanal, há mais de 10 anos atrás. Quanto digo, “nosso”, refiro-me a mim, ao João Guerreiro, à Claudia Alegre, à Inês Ferraz, à Marta Ferraz, ao José Luis Jones e ao Gabriel Costa e mais alguns colaboradores que me possa estar a esquecer. Era esta a equipa (não patrocinada) que criava os scripts, as ideias e os assuntos a discutir, uns mais polémicos que outros, sempre à última da hora, com praticamente muito pouco tempo de sobra para a gravação (e eventuais repetições) e a preparação dos materiais. Mas correu sempre tudo bem, pelo menos imediatamente após uma directa o programa de uma hora estava preparado, nem que fosse 5 minutos antes de ir para o ar. E ainda tivemos alguns programas em directo, incluindo participações telefónicas da nossa audiência, que embora um pouco alternativa relativamente ao conteúdo normal da Radio Castrense, existia em número suficiente para saber que nos prestavam atenção. O formato da RadioActiva, resumidamente, consistia numa mistura de radionovelas e notícias fictícias sempre a tocar em assuntos que, na nossa opinião, precisavam de ser “falados”. E foram inúmeras as vezes que esses assuntos foram resolvidos, visivelmente, imediatamente no dia a seguir. Isto, até ao momento que começamos a tocar em assuntos cada vez mais sérios… e o programa foi “misteriosamente” suspenso… de vez.

[EN]
First of all, a huge thank you note to João, for recompiling the best moments from “our” weekly radio show, more than 10 years ago. When I say “ours, I refer to myself, to João Guerreiro, to Claudia Alegre, to Inês Ferraz, to Marta Ferraz, to José Luis Jones and to Gabriel Costa and any other people who collaborated and I might be forgetting at the moment. This was the (non sponsored) team that created the scripts, the ideas and issues to talk about, some a little bit more polemic than others, always last-minute, with little time for recording (and eventual repetitions) and material post-production. But everything went always fine, at least after a blank night the one hour long show would be ready, if not 5 minutes before broadcast time. And we even had a few live shows, including on-the-phone participations from our audience, despite its difference relative to the usual Radio Castrense content, they were enough to show us they were paying attention. In short, the show format consisted in a mix of radio-soap-operas and fictional news always touching subjects that, in our opinion, needed to be “raised”. And plenty of times those issues were solved, visibly, immediately the day after the show. Well, this was until we started touching more sensitive issues… and the show was “misteriously” suspended… forever.

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